Acordar e ver a rua como um novo caminho a se seguir, um dia a gente acorda e tem que lutar. Alguns demoram mais, outros menos e essa é a minha hora. De onde escrevo um dia achei aconchegante, um dia acolheram-me, um dia me senti bem e descansei em paz. Agora tenho que sair, seguir minha vida, procurar meus desvios, cair mais um pouco, realizar meus desejos e convencer a todos o que digo ser, pois aqui ainda pode ser minha casa, mas não posso mais chamar de lar.

2 comentários:
É, escolhas aparecem, e muitas vezes nos derruam de uma tal forma que dá uma vontade dantesca de desistir e jogar tudo pra cima. Porém, nosso mundo não é suficiente. Exato, temos de abandonar tudo o que construímos e começar a viver no que conhecemos como "O mundo de Outros". E isso é quase mortal, psicologicamente. Suas reflexões são premiadas e valem platina. Toda vez que venho para cá é irresistível e eu tenho de ler, ao menos duas ou três. Imploro-te que não pare de escrever, e que Deus te dê todo o conhecimento de que precisa para seguir em frente, forte e guerreira, como sempre foi. E, se alguma pedra surgir no caminho, ou qualquer coisa, saia que eu te ajudarei a desviar, ou levantar, se você precisar de mim.
A vida nos dá o bom, para podermos construí-lo quando nada mais existir e sentirmos falta dele. É bom saber que tenho alguém que lê o que escrevo e que se encontra dentro das minhas palavras, para daqui para frente, usá-las como guia. Não pretendo parar, nunca. É difícil entrar, eu sei, mas é como um vício, escrever para mim é como respirar o ar em dias de calor, me aconchega e me sinto bem. Sei que se precisar de ajuda, terei pessoas como você que me ajudarão sem pensar, apenas por instinto.
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