Meu castelinho, tão frágil, tão vulnerável, feito de areia, foi pisoteado. Pisoteado por você, pisoteado pelas suas palavras, pisoteado por tudo que faz por mim e tudo que eu digo para não fazer. Meu castelinho de areia, você é forte, eu sei que é. Já aguentou tantas coisas que uma a mais pode aguentar. Não pense você que meu castelo é fraco, pois não é. Ele é feito com um ótimo alicerce, erguido com muita força e pintado com as cores dos meus sentimentos. Suas forças contrárias não o abalarão, não o derrubarão, nem que você use todo o seu poder de carisma e sedução. Você é um vício que me chama, suas palavras são facas que me furam, suas lágrimas são o remédio para a cicatrização dos meus ferimentos. E nesse vai e vem, eu fico sem saber onde ficar, não sei se fico aqui ou lá, só sei que onde quer que eu vá, minhas feridas não vão sumir, suas lágrimas não vão sair da minha mente e as minhas lágrimas formarão rios. Rios que um dia alguém secará, eu sei que secará, mas sabe-se quem será esse alguém e quando virá. Até lá, eu acho que ficarei aqui, com meus cortes, com suas lágrimas, com minhas dores e com meu castelinho forte.
Juliana ;
Com 16 anos, pensa demais, deduz demais, imagina demais. Toda a vida dedicada a exposição, falando sobre tudo e sobre como se sente, disposta a acreditar em um mundo melhor. Virginiana com fé, perfeccionista, mas relaxa em algumas horas; age com o pensamento, mas algumas vezes o coração fala mais alto e a transforma;
-Se não formos capazes de compreender nossos próprios sentimentos, quem poderá deduzi-los?
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