Costumava me importar com as brigas, com a pressão que faziam em mim, com todos os julgamentos. Costumava viver tentando satisfazer a todos de todas as maneiras. Seguia com conselhos e observações, sem me preocupar com o que era realmente importante para mim. Passei metade de uma vida olhando para o mundo, olhando pra o que diziam e como deveria me comportar, mas eu não era assim, lá dentro sabia que não deveria comportar-me assim. Quando ficava só, era a sensação de tudo acabado que vinha em mim, e me recorria ao silêncio e a observação de tudo que era belo somente aos meus olhos.Mas quando olhava para o céu e via como ele é belo a todos os olhos, sem ninguém julgar e sem ele precisar mudar, parei de tentar ser melhor, comecei a fazer o que eu queria, e comecei a sorrir.
Juliana ;
Com 16 anos, pensa demais, deduz demais, imagina demais. Toda a vida dedicada a exposição, falando sobre tudo e sobre como se sente, disposta a acreditar em um mundo melhor. Virginiana com fé, perfeccionista, mas relaxa em algumas horas; age com o pensamento, mas algumas vezes o coração fala mais alto e a transforma;
-Se não formos capazes de compreender nossos próprios sentimentos, quem poderá deduzi-los?
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