no meu rosto palavras vazias, que um dia vieram do meu amor. O vento me congela por dentro, mas não sinto tanto frio, parece aconchegante esse incomodo e paro para senti-lo. Ele sopra meu cabelo como você fazia, quando ele estava todo arrumado e eu me sinto triste por te-lo tão arrumado agora. O vento me consome como você fazia tempos atrás. Ele tenta se colocar no seu lugar, tenta substituí-lo, tenta fazer o impossível.

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