no meu rosto palavras vazias, que um dia vieram do meu amor. O vento me congela por dentro, mas não sinto tanto frio, parece aconchegante esse incomodo e paro para senti-lo. Ele sopra meu cabelo como você fazia, quando ele estava todo arrumado e eu me sinto triste por te-lo tão arrumado agora. O vento me consome como você fazia tempos atrás. Ele tenta se colocar no seu lugar, tenta substituí-lo, tenta fazer o impossível.
Juliana ;
Com 16 anos, pensa demais, deduz demais, imagina demais. Toda a vida dedicada a exposição, falando sobre tudo e sobre como se sente, disposta a acreditar em um mundo melhor. Virginiana com fé, perfeccionista, mas relaxa em algumas horas; age com o pensamento, mas algumas vezes o coração fala mais alto e a transforma;
-Se não formos capazes de compreender nossos próprios sentimentos, quem poderá deduzi-los?
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