em uma noite de inverno. O que diria seu coração se nada desse certo? Me diga, a razão de minha existência, se meu motivo por respirar, nem aqui está. Seguindo meu caminho, pegando meus pedaços, separando os espinhos, refazendo laços. As pessoas são calculistas, monótonas e frias. Sentimentos confusos que não sei mais decifrar, confia em mim e acredita no que tenho a falar. O que te trouxe aqui não te levará de volta, caminho andado não traz revoltar. Nessa estrada que caminho, pouco eu sei, mas na vida e no meu destino, ainda muito escreverei. Se me der tua mão, o levarei até o céu, mas se der todo o seu ser, prometo te levar além e não se arrepender. Quem ama, confia, quem cala, consente. Preocupações elevadas, causas reajustadas. Me diga, onde está parando o mundo... O que se faz quando se chega ao fundo? Reerga-me e te darei meu coração, forme uma história e colocarei minha vida em tuas mãos. Me diga, de que se faz tudo isso, ou nada disso é real? O sentimento começou no início, ou só é reflexo do final?
Juliana ;
Com 16 anos, pensa demais, deduz demais, imagina demais. Toda a vida dedicada a exposição, falando sobre tudo e sobre como se sente, disposta a acreditar em um mundo melhor. Virginiana com fé, perfeccionista, mas relaxa em algumas horas; age com o pensamento, mas algumas vezes o coração fala mais alto e a transforma;
-Se não formos capazes de compreender nossos próprios sentimentos, quem poderá deduzi-los?
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