Tenho costume de escrever quando estou triste, quando sinto meus sentimentos puros e reais. Minha mania é desenhar no fim do caderno histórias que gostaria de dizer que são verdadeiras. Sorrio quando não deveria e acho que fico triste quando não entendo alguma graça; um pouco ao contrário. Meu quarto é mais intelectual do que formal, as pessoas nunca o entendem e sinto ele separado de toda a casa. Meus livros falam mais sobre mim do que minhas redes sociais. Choro quando algo dá errado, e se não chorar a raiva sobe e tento não ver ninguém. Prefiro músicas deprimentes à felizes quando fico no estágio " depressão". Nem sempre visto o que gosto, mas realmente gostaria de sair com aquilo que admiro pela rua e poder mostrar pra todo mundo. Quase não tenho amigos, mas os que tenho poderia levar para sempre comigo. Sinto preguiça de ir dormir e mais preguiça ainda de levantar. Tenho sérios problemas, mas relevo eles para algumas simples expressões. Gostaria que alguém estivesse aqui agora e que alguém pudesse me fazer companhia. Tenho defeitos e quase ninguém os percebe. Acho eles importantes, pois são eles que me diferenciam do resto do mundo. Me sinto única e assim, de fato, me sinto a única pessoa que me entenderia. Gosto de mim as vezes, já que é a pessoa com quem mais converso. Me sinto assim e permaneço assim. As coisas nunca mudam, o que mudam são as pessoas. Eu me mudei um pouco hoje e ainda me descobrirei amanhã. Sinto saudade das minhas antigas personalidades. Mas vou crescendo e isso é bom... Me sinto um pouco mais eu hoje.

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